Existem dois tipos de agressor, o que não admite a agressão e acha totalmente normal e o que carrega consigo determinada dificuldade e a expressa apenas por meio de violência. Dentre os conflitos mais frequentes estão incluídos família (filhos e família do agressor), dependência financeira da companheira e bebida (Bolduing, 1981).
Com o domínio econômico do homem enquanto provedor, a dependência financeira feminina fica explicita e inclui a aceitação dos seus deveres conjugais, restringindo a sexualidade feminina à passividade e à reprodução. Alguns homens justificam a violência evidenciando ações e comportamentos da mulher que os desagradam e não se reconhecem agressores, ao contrário, racionalizam a ação agressiva como comportamento desencadeado pela companheira.
Existem os que justificam a sua agressão em resposta a agressões verbais e/ou físicas provocadas pelas companheiras.
Algumas evidências apontam homens que justificam a agressão devido à ingestão de álcool, tentando a redução da culpa justificando o meio utilizado. Outro fato é a situação financeira familiar que gera desentendimentos que levam à violência.
Algumas justificativas envolvem a família do agressor que por sua vez afirma que o problema está com a companheira que não se relaciona bem com os parentes.
A violência, na maioria das vezes, viria da incapacidade de experimentar a impotência por parte do homem, que para lidar com este sentimento, exerce sobre aqueles que atribuem como mais frágeis sua dominação. O “poder de gênero é uma síndrome de pequeno poder, utilizado para compensar a dominação em outras áreas”. (Strey, 2001).
A violência é um fenômeno multifatorial, no entanto, alguns aspectos, podem ser designados como facilitadores desta conduta. Em meio aos facilitadores encontram-se: o alcoolismo, a pobreza e o desemprego. (Hermann, 2000).
O fácil acesso a armas de fogo e seu porte livremente, também se torna um agravante. A ideologia de que a mulher é propriedade do homem, serve para negar-lhe a oportunidade de perceber sua própria vitimização sexual. Entre as explicações apresentadas pelos assassinos e as circunstâncias nas quais estes atos violentos foram cometidos estão o ciúme sexual e a preocupação de perder a esposa. Declaram que: “se não posso ter..., ninguém pode”.
Alguns homens justificam a violência evidenciando ações e comportamentos da mulher que os desagradam e não se reconhecem agressores, ao contrário, racionalizam a ação agressiva como comportamento desencadeado pela companheira. Existem os que justificam a sua agressão em reposta a agressões verbais e/ou físicas provocadas pelas companheiras. Algumas evidências apontam homens que justificam a agressão devido à ingestão de álcool, tentando a redução da culpa justificando o meio utilizado. Outro fato é a situação financeira familiar que gera desentendimentos que levam à violência. Algumas justificativas envolvem a família do agressor que por sua vez afirma que o problema está com a companheira que não se relaciona bem com os parentes (Camargo, 2002).
Parabéns pelo artigo e pelo Blog.
ResponderExcluirOi, eu passei por violência verbal, psicológica e moral e quando chegou a física ANTES DELE ME ENCONSTAR A MÃO, METI O PÉ NELE E COLOQUEI-O PARA FORA DE CASA. VAZA MARIGINAL
Tive a idéia de criar este blog para conversar com pessoas que passam pela mesma coisa e ALERTÁ-LAS NATES QUE OCORRA O PIOR
"BLOG MULHERES FORTES LONGE DE CHUPINS VIOLENTOS"
http://longedechupinsviolentos.blogspot.com
Amiga.. estive aqui... acho interessante estas informações....
ResponderExcluirE gostaria que você não parasse de escrever sobre estes assuntos, é por demais importantes...
Um Abraço...