segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quem é o agressor?


Existem dois tipos de agressor, o que não admite a agressão e acha totalmente normal e o que carrega consigo determinada dificuldade e a expressa apenas por meio de violência. Dentre os conflitos mais frequentes estão incluídos família (filhos e família do agressor), dependência financeira da companheira e bebida (Bolduing, 1981).

Com o domínio econômico do homem enquanto provedor, a dependência financeira feminina fica explicita e inclui a aceitação dos seus deveres conjugais, restringindo a sexualidade feminina à passividade e à reprodução. Alguns homens justificam a violência evidenciando ações e comportamentos da mulher que os desagradam e não se reconhecem agressores, ao contrário, racionalizam a ação agressiva como comportamento desencadeado pela companheira.

Existem os que justificam a sua agressão em resposta a agressões verbais e/ou físicas provocadas pelas companheiras.

Algumas evidências apontam homens que justificam a agressão devido à ingestão de álcool, tentando a redução da culpa justificando o meio utilizado. Outro fato é a situação financeira familiar que gera desentendimentos que levam à violência.

Algumas justificativas envolvem a família do agressor que por sua vez afirma que o problema está com a companheira que não se relaciona bem com os parentes.

A violência, na maioria das vezes, viria da incapacidade de experimentar a impotência por parte do homem, que para lidar com este sentimento, exerce sobre aqueles que atribuem como mais frágeis sua dominação. O “poder de gênero é uma síndrome de pequeno poder, utilizado para compensar a dominação em outras áreas”. (Strey, 2001).

A violência é um fenômeno multifatorial, no entanto, alguns aspectos, podem ser designados como facilitadores desta conduta. Em meio aos facilitadores encontram-se: o alcoolismo, a pobreza e o desemprego. (Hermann, 2000).

O fácil acesso a armas de fogo e seu porte livremente, também se torna um agravante. A ideologia de que a mulher é propriedade do homem, serve para negar-lhe a oportunidade de perceber sua própria vitimização sexual. Entre as explicações apresentadas pelos assassinos e as circunstâncias nas quais estes atos violentos foram cometidos estão o ciúme sexual e a preocupação de perder a esposa. Declaram que: “se não posso ter..., ninguém pode”.

Alguns homens justificam a violência evidenciando ações e comportamentos da mulher que os desagradam e não se reconhecem agressores, ao contrário, racionalizam a ação agressiva como comportamento desencadeado pela companheira. Existem os que justificam a sua agressão em reposta a agressões verbais e/ou físicas provocadas pelas companheiras. Algumas evidências apontam homens que justificam a agressão devido à ingestão de álcool, tentando a redução da culpa justificando o meio utilizado. Outro fato é a situação financeira familiar que gera desentendimentos que levam à violência. Algumas justificativas envolvem a família do agressor que por sua vez afirma que o problema está com a companheira que não se relaciona bem com os parentes (Camargo, 2002).






(Texto desenvolvido pelos alunos do 1º módulo do Curso de Psicologia do Centro Universitário UNA)

2 comentários:

  1. Parabéns pelo artigo e pelo Blog.
    Oi, eu passei por violência verbal, psicológica e moral e quando chegou a física ANTES DELE ME ENCONSTAR A MÃO, METI O PÉ NELE E COLOQUEI-O PARA FORA DE CASA. VAZA MARIGINAL
    Tive a idéia de criar este blog para conversar com pessoas que passam pela mesma coisa e ALERTÁ-LAS NATES QUE OCORRA O PIOR
    "BLOG MULHERES FORTES LONGE DE CHUPINS VIOLENTOS"
    http://longedechupinsviolentos.blogspot.com

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  2. Amiga.. estive aqui... acho interessante estas informações....
    E gostaria que você não parasse de escrever sobre estes assuntos, é por demais importantes...

    Um Abraço...

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